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Fica pra outra hora ser alguém importante.
Depois de um tempo aprendi a lidar com meus erros, como se fossem lições, aprendi a desconfiar de quase tudo, a não confiar em quase ninguém, aprendi que tenho que defender a minha opinião e principalmente, devo ter uma. Não posso baixar a guarda, não posso demostrar fraqueza, não posso fortalecer o inimigo com minhas lagrimas, devo tortura-lo com o meu sorriso. Sorriso esse, que aliás eu devo mostrar sempre, em momentos que será verdadeiro e em momentos que ele for falso. Mesmo depois das decepções ainda to esperando aquele tal "amor da minha vida", mesmo com tanto verme apontando minhas falhas e torcendo pra eu cair aprendi a responder-lhes apenas com meu dedo do meio. É verdade sim que sou cheia de defetos, manias, manhas e sou, confesso, meio confusa. Amo mais meu gato do que a muito otário que vai fingir que gosta de mim, aliás se é pra vir com falsidade e mentira nem vem pro meu lado, flw?


Deixo a porta aberta se quiser voltar… Mas saiba que eu também consigo viver só.
~ Detonautas (via itsburied)

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Sempre esquecida, deixada de lado, foi assim que foi se apegando ao dom da ironia. Tudo foi ficando meio nublado pra ela, as pessoas, os sorrisos, as alegiras, as palavras, os sentimentos, tudo tão vago […] E com isso ela foi ficando ressabiada da vida, tinha um dom inegualável de afastar as pessoas de boa alma que tentavam ajudá-la, ah… Ela e o seu ironismo, sempre junto. Foi ficando com um pouco de amargor no coração, um amargor do qual nenhum açúcar ou mel de alguma palavra doce dita ao vento poderia adoçar. Tentava voltar ao normal, tentava sorrir, nada. Tentava ela ser a mesma garota de antes, tentava deixar aquele ironismo e hipocrisia de lado, nada. Tentou até amar de novo mesmo sem ser amada, nada. Desaprendeu a sentir, desaprendeu a viver com alguém mais além de si mesma. E aquela menina irônica, nunca mais foi a mesma. Quem dera que tivesse desistido no meio do caminho. Quem dera que algo a tivesse impedido. Mas não. Ela foi sempre movida por essa raiva de ter sido deixada. Agora é tarde para a pobre garota. Agora é tarde demais para voltar a amar, para deixar essa ironia de lado. No fundo sinto pena dela. Ela era jovem demais quando tomou aquela decisão. A sua imaturidade fizeram-a escolhe. Foi um caminho não tão bom. Pobre garota! Seu coração se martelava por dentro, enseava por socorro. Por tantas e tantas vezes fora, esmagado e exposto as réstias de uma solidão tão evidente. Ela perdeu sua inocência, ao ver seu mundo desmoronar. Ela perdeu o que a fazia feliz, e optou pela opção mais favorável. E a machucou. Sim, tenho certeza. Nunca foi garota de reclamar por pouca coisa não; era o xodó da família e a perfeitinha da mamãe. Mas parece que as piores coisas tem que acontecer com as melhores pessoas mesmo. Se suicidou por dentro. Por todas as mágoas que sofreu, e pelo carinha que a prometeu amor; aquele que nunca existiu. Ela sentiu necessidade de matar tudo aquilo. Tomou a precipitada decisão cedo demais, precipitada demais. Tudo sempre foi demais. Garota de extremos, mulher de fases. Nada nunca foi bom o bastante. Porque era assim. Insuficiente. Sofria, por não cumprir o papel de modelo perfeita, onde tudo aconteceia, e sofria calada. E foi por raiva, foi por revolta que ela se matou. Forte, não? Se matou, mas continua a vagar por aí, sem rumo, nem sinal de voltar a ser a sombra do  que chegou a ser um dia. Está viva sim, de carne e osso. Mas só. O espírito já se foi há tempos. Tá aí. Mais uma vítima. Uma, das várias que já sofreram, sofrem e virão a sofrer.
Bê, Larissa, Jade, Lola (i-ronicas)

Sempre esquecida, deixada de lado, foi assim que foi se apegando ao dom da ironia. Tudo foi ficando meio nublado pra ela, as pessoas, os sorrisos, as alegiras, as palavras, os sentimentos, tudo tão vago […] E com isso ela foi ficando ressabiada da vida, tinha um dom inegualável de afastar as pessoas de boa alma que tentavam ajudá-la, ah… Ela e o seu ironismo, sempre junto. Foi ficando com um pouco de amargor no coração, um amargor do qual nenhum açúcar ou mel de alguma palavra doce dita ao vento poderia adoçar. Tentava voltar ao normal, tentava sorrir, nada. Tentava ela ser a mesma garota de antes, tentava deixar aquele ironismo e hipocrisia de lado, nada. Tentou até amar de novo mesmo sem ser amada, nada. Desaprendeu a sentir, desaprendeu a viver com alguém mais além de si mesma. E aquela menina irônica, nunca mais foi a mesma. Quem dera que tivesse desistido no meio do caminho. Quem dera que algo a tivesse impedido. Mas não. Ela foi sempre movida por essa raiva de ter sido deixada. Agora é tarde para a pobre garota. Agora é tarde demais para voltar a amar, para deixar essa ironia de lado. No fundo sinto pena dela. Ela era jovem demais quando tomou aquela decisão. A sua imaturidade fizeram-a escolhe. Foi um caminho não tão bom. Pobre garota! Seu coração se martelava por dentro, enseava por socorro. Por tantas e tantas vezes fora, esmagado e exposto as réstias de uma solidão tão evidente. Ela perdeu sua inocência, ao ver seu mundo desmoronar. Ela perdeu o que a fazia feliz, e optou pela opção mais favorável. E a machucou. Sim, tenho certeza. Nunca foi garota de reclamar por pouca coisa não; era o xodó da família e a perfeitinha da mamãe. Mas parece que as piores coisas tem que acontecer com as melhores pessoas mesmo. Se suicidou por dentro. Por todas as mágoas que sofreu, e pelo carinha que a prometeu amor; aquele que nunca existiu. Ela sentiu necessidade de matar tudo aquilo. Tomou a precipitada decisão cedo demais, precipitada demais. Tudo sempre foi demais. Garota de extremos, mulher de fases. Nada nunca foi bom o bastante. Porque era assim. Insuficiente. Sofria, por não cumprir o papel de modelo perfeita, onde tudo aconteceia, e sofria calada. E foi por raiva, foi por revolta que ela se matou. Forte, não? Se matou, mas continua a vagar por aí, sem rumo, nem sinal de voltar a ser a sombra do  que chegou a ser um dia. Está viva sim, de carne e osso. Mas só. O espírito já se foi há tempos. Tá aí. Mais uma vítima. Uma, das várias que já sofreram, sofrem e virão a sofrer.

, LarissaJade, Lola (i-ronicas)

(via qualquer-garota-comum)


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(via itsburied)


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(Fonte: paixoesdeumgaroto, via ingridbbecker)


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diuli4e20-i-m-p-e-r-f-e-c-t:
A única prioridade que tenho no momento é apenas de ser feliz!
Ari s2

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A única prioridade que tenho no momento é apenas de ser feliz!

Ari s2


há 2 dias · 34 notas · originally from diuli4e20-i-m-p-e-r-f-e-c-t · Reblog

meus e meus s2

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(Fonte: tedmosbyy)


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come here baby 

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(Fonte: 1-6-0)


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(via emsonho)


há 2 dias · 3 839 notas · originally from pokec0re · Reblog

(via itsburied)


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